O que a vida me deve

No momento, quase nada.

Após uma leve topada, com a unha do dedão do pé direito descolada, presa apenas pela base, eu diria que a vida não me deve quase nada.

Somente espero – ansiosa, porém, humildemente – que me nasça outra unha por baixo.

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Uma resposta to “O que a vida me deve”

  1. Taísa Says:

    Renasceram as minhas unhas dos quartos dedos do pé.
    Por que será que os dedos vivem estranha e simetricamente a mesma coisa?

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